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sua dúvida esclarecida por mim,
"O amor pelos filhos pode manter uma relação
que já não corresponde as nossas
expectativas?" J.A.L. Sta Fé, RS
Dra Olga Tessari responde:
Uma coisa é ser pai/mãe, outra coisa é ser
marido/esposa, companheiro, são papéis
totalmente diferentes! Você nunca vai deixar
de ser pai/mãe, mas pode deixar de ser
marido ou esposa!
Será que vale a pena sacrificar a sua vida
pessoal por causa dos filhos?
Lembre-se de que criamos os filhos para o
mundo e que um dia, mais cedo ou mais tarde,
eles irão embora... e como um pai ou uma mãe
vai se sentir vendo que o tempo passou e que
deixou sua vida de lado por causa deles? Há
muitos pais que descobrem, depois de muito
tempo, que deixar a vida de lado por causa
dos filhos trouxe para eles apenas
depressão, desânimo, insatisfação, até
porque os filhos nem sempre reconhecem o
sacrifício que seus pais fizeram por eles!
E, cá entre nós: quando vivemos todos juntos
numa mesma casa, nem sempre damos a atenção
devida que nossos filhos exigem, estamos
sempre ocupados com alguma outra coisa!
Depois da separação, quando pais e filhos se
encontram, é um momento exclusivo de
dedicação a eles, o que pode ser muito
proveitoso para todos!
Medo de se relacionar novamente
"Eu já fui casada, me separei, gostaria de
me casar novamente, mas tenho muito medo de
me relacionar." L.A. Cuiabá, MT
Dra Olga Tessari responde:
Quem já passou por uma experiência que não
deu certo, tem receio de estabelecer um novo
relacionamento por medo de mais um fracasso,
em geral sofre com a perda, mas ganha um
grande amadurecimento pessoal, o que ajuda
na hora de escolher uma nova pessoa para
compartilhar a vida. É importante fazer uma
análise e tentar entender porque o primeiro
casamento não deu certo, quais foram os
erros e os acertos: dessa forma, fica mais
claro para si mesma que tipo de parceiro e
de relacionamento você quer para a sua vida.
Depois deste balanço, você estará pronta
para uma escolha consciente, fundamental
para o sucesso de qualquer relação. E quando
iniciar um novo romance, esqueça de verdade
as frustrações do passado e evite
comparações do parceiro atual com o ex.
Permita-se, de forma sincera e profunda,
conhecer seu novo amor e experimentar uma
outra relação com ele. Lembre-se: Cada
pessoa é diferente e única.
Briga com namorado
"Eu brigo muito com meu namorado porque tem
dias em que ele prefere ficar no bar com os
amigos do que vir me ver. Eu jamais faço
isso, sempre largo tudo para ficar com
ele." M.T.X. São Paulo
Dra Olga Tessari responde:
As mulheres tem o péssimo hábito de deixarem
a sua vida de lado por causa de um homem:
afastam-se das amigas, deixam de estudar,
não saem, agem como se permanecessem à
disposição de seus amados 24 horas por dia!
E os homens? Ah, eles continuam com seus
amigos e com sua vida absolutamente igual e
negam-se a mover uma palha para mudar o que
quer que seja!
Viver em função exclusiva de alguém gera
dependência mesmo! E pior ainda, estas
mulheres passam a cobrar dos amados que eles
se comportem e se dediquem a elas da mesma
forma! Daí vem aquelas intermináveis queixas
quando eles dão uma paradinha no bar para
conversarem com seus amigos, enquanto elas
ficam sozinhas em casa à espera deles: “ele
não liga para mim”, “ele prefere os amigos”.
Que tal você também ter suas amigas,
diversificar seus interesses, criar novas
amizades, estudar, cuidar de si mesma em
primeiro lugar, ocupando o seu tempo nos
dias em que ele não sai com você?
Certamente, nos dias em que vocês se
encontrarem, estarão felizes e, ao invés de
brigarem, poderão namorar e estreitar ainda
mais o relacionamento!
Traição X Perdão
“Há um ano, meu marido me traiu. Depois de
dois meses, achei que havia perdoado, mas
percebi que não. Ainda tenho receios de ser
traída de novo e, com isso, deixo de ser
carinhosa e ele reclama.
O que faço para resgatar a harmonia de nosso
casamento?”
E. N., Maceió, AL
Dra Olga Tessari responde:
Diz o ditado popular: “Gato escaldado tem
medo de água fria”. Ou seja, quem passou por
uma experiência ruim com certeza vai querer
a todo custo evitar que aconteça de novo,
justamente para fugir do sofrimento. Mas,
pense bem: de que vale ficar se torturando e
sofrendo com a traição? Por que se remoer
por algo que já aconteceu? Se você tem medo
de ser traída, pare e pense em uma maneira
para que você se torne uma mulher
interessante e atraente de forma que seu
marido só tenha olhos para você e mais
nenhuma outra mulher. Não é evitando de dar
carinho, nem fugindo dele que você fará
isso, mas deixando no passado o que no
passado está. Se você deseja manter o seu
casamento, acredito que este seja o melhor
caminho.
Viva bem com seu filho
“Tenho muitos problemas de relacionamento
com meu filho. O que posso fazer para mudar
isso?”
F. C. A., Campinas, SP
Dra Olga Tessari responde:
Cabe aos pais o papel de educar os filhos. A
educação é a condição básica para o convívio
social e isso implica o uso de autoridade
para estabelecer limites; dar ordens e
proibir o indispensável que possibilite à
criança controlar sua impulsividade. Toda
criança nasce egoísta; ela passa a respeitar
o outro por meio da educação, disciplina,
mas, principalmente, pelo exemplo dos pais
(a menina veste-se como a mãe).
Quando os filhos são pequenos, os pais
sempre decidem “o que”, “como” e “quando”,
ou seja, eles têm plenos poderes sobre seus
filhos e por eles tomam as decisões que
julgam corretas. A criança vive cômoda nesta
relação de dependência, com suas
necessidades básicas satisfeitas e papéis
claramente definidos. Mas, quando os filhos
chegam à fase da adolescência, surge, na
maioria das famílias, uma série de conflitos
entre pais e os filhos.
Os pais têm dificuldade para aceitar o
crescimento de seus filhos. Muitos não se
conformam por terem perdido o “posto” de
heróis insubstituíveis e não suportam o
olhar crítico dos jovens, pois estes começam
a enxergar os pais como são: com todos os
defeitos e qualidades que lhe são próprios.
O mais importante nesse relacionamento é uma
resolução conjunta, criando soluções
conciliatórias para que todos sejam bem
atendidos. O maior papel dos pais consiste
em apoiar, compreender e dialogar sempre com
seus filhos!
Fale a verdade com o seu filho adotivo
“Quando e como falar para um filho que ele
foi adotado?”
E. M., Rio de Janeiro, RJ
Dra Olga Tessari responde:
Como diz o ditado: “A mentira tem pernas
curtas”. Esconder de um filho que ele é
adotado pode gerar problemas, tanto para a
criança quanto para a própria família
porque, mais cedo ou mais tarde, ele vai
saber disso. Portanto, é melhor que ele
saiba da verdade pelos próprios pais
adotivos. É essencial mostrar sempre ao
filho o quanto ele é importante para a
família por meio de comportamentos e gestos,
e não apenas com palavras, fazendo-o
sentir-se amado, com muito carinho,
independentemente de não ter sido gerado
pela mãe adotiva. E quanto mais cedo a
criança souber, mais fácil será para ela
assimilar e aceitar o fato.
Tensão nas relações sociais
“Não consigo me relacionar bem com minhas
colegas de trabalho. Sinto como se
estivessem conspirando contra mim. Não sei
se é apenas uma sensação ou realmente é
fato”.
E. A., Campina Grande, PB
Dra Olga Tessari responde:
Pare e pense: por que as colegas de trabalho
estariam conspirando o tempo todo contra
você? O que será que você tem(ou não tem)?
Será porque você é boa funcionária, Caxias
ou a “queridinha do chefe”? Ou então por que
você teve uma promoção que elas queriam? É
importante procurar saber qual é a intenção
delas nesta conspiração para poder agir de
forma mais efetiva. Observe também se isso
só acontece no trabalho ou em outras
situações, se existe uma dificuldade em se
relacionar socialmente. Às vezes, a nossa
imaginação cria situações que não existem!
Em caso afirmativo, procure um psicólogo de
sua confiança para resolver este conflito
que certamente traz muito sofrimento para
você.
Sono agitado
"Meu filho de três anos tem pesadelos quase
todas as noites. É normal uma criança dessa
idade ter esse tipo de problema?"
H. L., Aracajú, SE
Dra Olga Tessari responde:
Ter pesadelos de vez em quando é normal e
natural em qualquer fase da vida. Eles
costumam refletir o nosso dia-a-dia, os
nossos desejos e/ou conflitos não
resolvidos. Se seu filho tem pesadelos quase
todas as noites, é hora de avaliar melhor o
que pode estar acontecendo. Você consegue
saber qual é o assunto e se ele é recorrente
(o mesmo pesadelo todas as vezes)? Se seu
filho não está feliz, se está em conflito
com alguém (pais, irmãos, parentes ou
coleguinhas), se ocorreram mudanças
significativas na rotina da vida dele
(mudança de casa, de escola) ou se houve a
perda de uma pessoa querida para ele, sugiro
que você procure um psicólogo de sua
confiança para ajudá-lo a superar esse
momento de forma que não tenha mais
pesadelos. Lembre-se de que crianças
pequenas não têm ainda a compreensão e o
discernimento para entender, saber e aceitar
bem o que acontece a sua volta e seus
pesadelos podem estar refletindo esta
dificuldade.
Sem medo da felicidade
"O que se pode fazer por uma pessoa
hipersensível, tímida, perseguida por um
medo constante de quase tudo?"
P. R. , Florianópolis, SC
Dra Olga Tessari responde:
Tímidos são pessoas com baixa auto-estima,
inseguras, com uma auto crítica severa e que
costumam se preocupar demais com o que as
outras pessoas pensam a seu respeito, tem
medo de errar, mania de perfeição e,por que
sempre planejam tudo nos mínimos detalhes,
não sabem lidar com situações novas e/ou
desconhecidas. O convívio social é
prejudicado justamente porque não é possível
ter o controle total da situação.
O medo faz parte da vida e serve para nos
proteger dos perigos e do sofrimento. Alguns
medos são normais e até naturais, mas a
partir do momento em que deixamos de viver
nossa vida de forma plena e feliz ou a
limitamos por causa dos medos, é hora de
procurar ajuda profissional para superar
este sofrimento e então expor suas idéias e
opiniões sem receios, sem se preocupar com o
comentário das pessoas a seu respeito.
Elevar a auto estima, a segurança em si
mesmo de forma que os supere.
EM BUSCA DA FELICIDADE
"Percebo que meu marido dá umas escapadelas,
mente e não é mais carinhoso comigo. Já
peguei até embalagem vazia de camisinha em
sua mochila. Tenho 30 anos, um filho
pequeno. Ele foi o único homem da minha
vida. Não quero mais ficar casada, mas não
sei o que fazer."
S. Z., Mogi das Cruzes, SP
Dra Olga Tessari responde:
Você está feliz no seu casamento? Parece que
não. E se não está feliz, o que será que
ainda a mantém presa a este casamento onde
seu marido a trai, mente, nega os fatos, não
é mais carinhoso, enfim, não se comporta de
forma digna e respeitosa para com você?
É possível reverter tudo isso, fazer o seu
casamento voltar aos bons tempos de como era
antes? Você é capaz de superar as mágoas,
mentiras e traições? Que provas o seu marido
dá a você mostrando que tudo isso ficou para
trás e ele quer reconstruir o
relacionamento? Até quando você vai ficar
acumulando provas e mais provas de que ele a
trai? Para quê? É impossível retomar esse
casamento? E o que a impede de se separar?
Medo de quê? Da solidão, do comentário das
outras pessoas? Culpa? Mas culpa de quê? De
colocar um ponto final em algo que já está
acabado há tempos? Ou será o medo de não
conseguir se manter sozinha, de ter que
enfrentar a vida sem o apoio de uma figura
masculina para “protegê-la”, medo de tomar
esta atitude e arrepender-se depois? Se você não concorda em manter o
relacionamento com alguém que a trai, se
isto vai contra seus princípios, então que
tal ir em busca da sua felicidade e de
alguém que partilhe dos mesmos princípios
que você? Até quando você vai agüentar
engolir coisas por amor? Que amor é esse?
Quando é que você vai passar a amar a si
mesma em primeiro lugar? Valorizar-se?...
Reflita sobre tudo isso.
Educando as crianças a dois
"Meu marido e eu nunca concordamos com a
maneira de educar nossos filhos e discutimos
muito a respeito. O que devemos fazer para
chegar a um consenso?"
M.A.V.,Sorocaba,SP
Dra Olga Tessari responde:
Essa é uma questão clara: divergências de
opinião e de modos de educação entre o casal
devem ser discutidas e resolvidas bem longe
das crianças! E sabe por quê? Quando o pai
não concorda com a mãe, por exemplo, e faz o
que o filho quer, mesmo a contra gosto dela,
ele está agindo para desautorizar a mãe. E,
quando um dos pais perde a autoridade diante
dos rebentos, eles crescem pensando que
sempre vão conseguir o que querem. Basta
tentar da maneira certa, o que não é uma
verdade na vida, pois, na maioria das vezes,
não é possível conquistarmos o que
desejamos! Portanto, mesmo que o pai seja
contra alguma atitude da mãe, ou ela seja
contra alguma proibição da parte dele, ambos
devem apoiar-se e concordarem entre si
incondicionalmente diante dos pequenos.
Assim, mais calmos, as discordâncias do
casal devem ser discutidas sempre bem longe
deles.
Ela versus namorado
“Brigo muito com meu amado por que tem dias
em que ele prefere ficar no bar com os
amigos do que me ver.”
M.T.X, São Paulo,SP
Dra Olga Tessari responde:
As mulheres possuem o péssimo hábito de
deixarem a sua vida de lado por causa de um
homem: afastam-se das amigas, deixam de
estudar, não saem, agem como se
permanecessem à disposição de seus parceiros
24 horas por dia! E os homens? Ah, eles
continuam com seus amigos e com seu
dia-a-dia absolutamente igual e se negam a
mover um palha para mudar! Viver em função
exclusiva de alguém gera dependência mesmo.
E pior ainda: essas mulheres passam a cobrar
do amados que eles se comportem da mesma
forma! Daí vem aquelas intermináveis queixas
quando eles dão uma paradinha no bar,
enquanto elas ficam sozinhas em casa à
espera deles: “Ele não liga para mim”, “Ele
prefere os amigos”. Que tal você também ter
suas amigas, diversificar seus interesses,
criar novas amizades, estudar, cuidar de si
mesma em primeiro lugar? Certamente, nos
dias em que vocês se encontrarem, estarão
felizes e, ao invés de brigarem, poderão
namorar e estreitar ainda mais o
relacionamento!
SUDORESE
“A sudorese
intensa tem alguma relação com o fator
emocional?”
Dra Olga
Tessari responde:
Após uma avaliação médica que comprove a
inexistência de um fator orgânico que possa
gerar a sudorese intensa, podemos concluir
que existe um fator emocional que provoca
tal sintoma. A sudorese exagerada é um dos
sintomas de uma ansiedade elevada, acima do
nível normal: pessoas tímidas, inseguras ou
que sofrem com seus medos costumam
apresentar este problema. Ela surge diante
de uma situação qualquer que gera
insegurança ou desconforto: provas de
escola, apresentações em público, paqueras,
numa conversa séria com algum familiar, com
colegas de trabalho ou mesmo com a pessoa
amada, momentos em que é preciso expor-se a
si mesmo e falar de seus sentimentos,
pensamentos ou idéias. Como a pessoa fica
insegura em relação ao que dizer porque fica
em dúvida entre o que gostaria de falar e o
que deveria falar porque teme
ofender/magoar/desagradar a outra pessoa,
sua ansiedade acaba elevando-se em níveis
muito acima do normal. Em geral, a sudorese
intensa é acompanhada de palpitações,
tremores, falta de ar e o melhor caminho
para diminuí-la é procurar relaxar, respirar
fundo e aprender a lidar com os pensamentos
negativos presentes neste momento.
DEPRESSÃO
“Sofro de
depressão. Existem métodos mais naturais
para combater esse mal?”
Dra Olga
Tessari responde:
Todos passamos por momentos de tristeza e de
abatimento: é importante saber distinguir a
tristeza (algo passageiro) da depressão
(algo que se prolonga por meses ou anos, sem
uma causa aparente). A depressão é uma
doença que requer tratamento medicamentoso e
psicológico ao mesmo tempo, pois
dificilmente a pessoa consegue sair dela
sozinha. Outros cuidados podem ser
associados ao tratamento e que colaboram
para a melhoria do quadro depressivo:
caminhadas ao ar livre, o sol da manhã,
alimentar-se de forma equilibrada, ter um
sono reparador, buscar fontes de prazer,
alegria e satisfação tais como esportes,
exercer algum hobby, atividades religiosas
ou culturais, companhias agradáveis e
procurar sair da rotina, distrair-se.
Como lidar com
a separação?
"Acabei de me
separar depois de descobrir que fui traída.
Estou triste e desiludida. O que posso fazer
para recuperar minha auto-estima?"
Dra Olga
Tessari responde: Quando uma pessoa
se casa, ela tem o desejo de que o casamento
dure "até que a morte os separe". A
fidelidade e a confiança são pilares de um
casamento e o fato de ser traída traz mesmo
tristeza e desilusão, pois estes pilares
foram destruídos. É comum a pessoa traída
comparar-se com a pessoa pela qual foi
"trocada" e sentir-se diminuída diante dela,
o que leva a uma baixa auto-estima. Como
recuperar a auto estima? Em primeiro lugar,
valorizando a si mesma, fazendo coisas que
lhe tragam prazer, alegria e satisfação,
considerando que, se o casamento acabou, de
nada vai adiantar ficar se lamentando e se
inferiorizando. É uma nova fase na vida que
deve ser bem aproveitada, afinal, estar
solteira também tem muitas vantagens! Mude o
cabelo, troque o guarda-roupa, viaje, vá ao
cinema, faça novos amigos! Enfim, aproveite
este momento de estar solitária para
conhecer-se melhor e fazer apenas o que é
bom para si mesma!
Dra Olga Inês Tessari
Autora do livro "Dirija a sua vida sem medo"
Escritora - Palestrante - Pesquisadora –
Supervisora – Consultora
Psicóloga e Psicoterapeuta desde 1984
(CRP06/19571) atuando nas áreas de ansiedade,
auto-estima, medos, timidez, pânico, stress,
depressão, orientação de pais, problemas
específicos da criança, do adolescente, da
mulher, do homem, da terceira idade, do casal e
da família, mediadora de conflitos dos problemas
e
dificuldades nos relacionamentos em
geral (do casal, de pais com filhos, entre
amigos, parentes, vizinhos, colegas de trabalho,
etc.), trabalha também em equipe
multidisciplinar com os distúrbios da
alimentação (compulsão, obesidade, anorexia,
bulimia).
Atendimento e aconselhamento de adolescentes,
adultos, pais, casais, grupos e famílias.
Desenvolve e ministra palestras, cursos,
palestras e
projetos específicos para empresas e grupos em
geral.
Consultora em temas de Psicologia para a mídia
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