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Respostas a leitores da Revista "Mais Feliz"

Editora Símbolo - Coluna: Pergunte ao especialista

 

Desde 2005
 

 

 

* Direitos Autorais das respostas  -  © Dra Olga Inês Tessari
 

 *o texto está registrado de acordo com a Lei de Direitos Autorais

 


 


 

 

:::: ATENÇÃO! ::::
As respostas publicadas aqui são somente a dúvidas de leitores da revista

 

Não publico respostas a e-mails enviados diretamente para mim sem o consentimento e a autorização da pessoa por escrito!  Caso você queira ter a sua dúvida esclarecida por mim, clique aqui
 


 

 


 

 

 

Viver em função dos filhos

 

"O amor pelos filhos pode manter uma relação que já não corresponde as nossas expectativas?" J.A.L. Sta Fé, RS

 

Dra Olga Tessari responde: Uma coisa é ser pai/mãe, outra coisa é ser marido/esposa, companheiro, são papéis totalmente diferentes! Você nunca vai deixar de ser pai/mãe, mas pode deixar de ser marido ou esposa! Será que vale a pena sacrificar a sua vida pessoal por causa dos filhos? Lembre-se de que criamos os filhos para o mundo e que um dia, mais cedo ou mais tarde, eles irão embora... e como um pai ou uma mãe vai se sentir vendo que o tempo passou e que deixou sua vida de lado por causa deles? Há muitos pais que descobrem, depois de muito tempo, que deixar a vida de lado por causa dos filhos trouxe para eles apenas depressão, desânimo, insatisfação, até porque os filhos nem sempre reconhecem o sacrifício que seus pais fizeram por eles!  E, cá entre nós: quando vivemos todos juntos numa mesma casa, nem sempre damos a atenção devida que nossos filhos exigem, estamos sempre ocupados com alguma outra coisa! Depois da separação, quando pais e filhos se encontram, é um momento exclusivo de dedicação a eles, o que pode ser muito proveitoso para todos!

 

 

 

 

Medo de se relacionar novamente
 


"Eu já fui casada, me separei, gostaria de me casar novamente, mas tenho muito medo de me relacionar." L.A. Cuiabá, MT


Dra Olga Tessari responde: Quem já passou por uma experiência que não deu certo, tem receio de estabelecer um novo relacionamento por medo de mais um fracasso, em geral sofre com a perda, mas ganha um grande amadurecimento pessoal, o que ajuda na hora de escolher uma nova pessoa para compartilhar a vida. É importante fazer uma análise e tentar entender porque o primeiro casamento não deu certo, quais foram os erros e os acertos: dessa forma, fica mais claro para si mesma que tipo de parceiro e de relacionamento você quer para a sua vida. Depois deste balanço, você estará pronta para uma escolha consciente, fundamental para o sucesso de qualquer relação. E quando iniciar um novo romance, esqueça de verdade as frustrações do passado e evite comparações do parceiro atual com o ex. Permita-se, de forma sincera e profunda, conhecer seu novo amor e experimentar uma outra relação com ele. Lembre-se: Cada pessoa é diferente e única.

 

 

 

 

Briga com namorado

 

"Eu brigo muito com meu namorado porque tem dias em que ele prefere ficar no bar com os amigos do que vir me ver. Eu jamais faço isso, sempre largo tudo para ficar com ele."  M.T.X. São Paulo

 

Dra Olga Tessari responde: As mulheres tem o péssimo hábito de deixarem a sua vida de lado por causa de um homem: afastam-se das amigas, deixam de estudar, não saem, agem como se permanecessem à disposição de seus amados 24 horas por dia! E os homens? Ah, eles continuam com seus amigos e com sua vida absolutamente igual e negam-se a mover uma palha para mudar o que quer que seja! Viver em função exclusiva de alguém gera dependência mesmo! E pior ainda, estas mulheres passam a cobrar dos amados que eles se comportem e se dediquem a elas da mesma forma! Daí vem aquelas intermináveis queixas quando eles dão uma paradinha no bar para conversarem com seus amigos, enquanto elas ficam sozinhas  em casa à espera deles: “ele não liga para mim”, “ele prefere os amigos”. Que tal você também ter suas amigas, diversificar seus interesses, criar novas amizades, estudar, cuidar de si mesma em primeiro lugar, ocupando o seu tempo nos dias em que ele não sai com você? Certamente, nos dias em que vocês se encontrarem, estarão felizes e, ao invés de brigarem, poderão namorar e estreitar ainda mais o relacionamento!

 

 

 

 

Traição X Perdão

 

“Há um ano, meu marido me traiu. Depois de dois meses, achei que havia perdoado, mas percebi que não. Ainda tenho receios de ser traída de novo e, com isso, deixo de ser carinhosa e ele reclama. O que faço para resgatar a harmonia de nosso casamento?” E. N., Maceió, AL

 

Dra Olga Tessari responde: Diz o ditado popular: “Gato escaldado tem medo de água fria”. Ou seja, quem passou por uma experiência ruim com certeza vai querer a todo custo evitar que aconteça de novo, justamente para fugir do sofrimento. Mas, pense bem: de que vale ficar se torturando e sofrendo com a traição? Por que se remoer por algo que já aconteceu? Se você tem medo de ser traída, pare e pense em uma maneira para que você se torne uma mulher interessante e atraente de forma que seu marido só tenha olhos para você e mais nenhuma outra mulher. Não é evitando de dar carinho, nem fugindo dele que você fará isso, mas deixando no passado o que no passado está. Se você deseja manter o seu casamento, acredito que este seja o melhor caminho.

 

 

 

 

Viva bem com seu filho

 

“Tenho muitos problemas de relacionamento com meu filho. O que posso fazer para mudar isso?” F. C. A., Campinas, SP

 

Dra Olga Tessari responde: Cabe aos pais o papel de educar os filhos. A educação é a condição básica para o convívio social e isso implica o uso de autoridade para estabelecer limites; dar ordens e proibir o indispensável que possibilite à criança controlar sua impulsividade. Toda criança nasce egoísta; ela passa a respeitar o outro por meio da educação, disciplina, mas, principalmente, pelo exemplo dos pais (a menina veste-se como a mãe). Quando os filhos são pequenos, os pais sempre decidem “o que”, “como” e “quando”, ou seja, eles têm plenos poderes sobre seus filhos e por eles tomam as decisões que julgam corretas. A criança vive cômoda nesta relação de dependência, com suas necessidades básicas satisfeitas e papéis claramente definidos. Mas, quando os filhos chegam à fase da adolescência, surge, na maioria das famílias, uma série de conflitos entre pais e os filhos. Os pais têm dificuldade para aceitar o crescimento de seus filhos. Muitos não se conformam por terem perdido o “posto” de heróis insubstituíveis e não suportam o olhar crítico dos jovens, pois estes começam a enxergar os pais como são: com todos os defeitos e qualidades que lhe são próprios. O mais importante nesse relacionamento é uma resolução conjunta, criando soluções conciliatórias para que todos sejam bem atendidos. O maior papel dos pais consiste em apoiar, compreender e dialogar sempre com seus filhos!

 

 

 

Fale a verdade com o seu filho adotivo

 

“Quando e como falar para um filho que ele foi adotado?” E. M., Rio de Janeiro, RJ

 

Dra Olga Tessari responde: Como diz o ditado: “A mentira tem pernas curtas”. Esconder de um filho que ele é adotado pode gerar problemas, tanto para a criança quanto para a própria família porque, mais cedo ou mais tarde, ele vai saber disso. Portanto, é melhor que ele saiba da verdade pelos próprios pais adotivos. É essencial mostrar sempre ao filho o quanto ele é importante para a família por meio de comportamentos e gestos, e não apenas com palavras, fazendo-o sentir-se amado, com muito carinho, independentemente de não ter sido gerado pela mãe adotiva. E quanto mais cedo a criança souber, mais fácil será para ela assimilar e aceitar o fato.

 

 

 

Tensão nas relações sociais

 

“Não consigo me relacionar bem com minhas colegas de trabalho. Sinto como se estivessem conspirando contra mim. Não sei se é apenas uma sensação ou realmente é fato”. E. A., Campina Grande, PB

 

Dra Olga Tessari responde: Pare e pense: por que as colegas de trabalho estariam conspirando o tempo todo contra você? O que será que você tem(ou não tem)? Será porque você é boa funcionária, Caxias ou a “queridinha do chefe”? Ou então por que você teve uma promoção que elas queriam? É importante procurar saber qual é a intenção delas nesta conspiração para poder agir de forma mais efetiva. Observe também se isso só acontece no trabalho ou em outras situações, se existe uma dificuldade em se relacionar socialmente. Às vezes, a nossa imaginação cria situações que não existem! Em caso afirmativo, procure um psicólogo de sua confiança para resolver este conflito que certamente traz muito sofrimento para você.

 

 

 

Sono agitado

 

"Meu filho de três anos tem pesadelos quase todas as noites. É normal uma criança dessa idade ter esse tipo de problema?" H. L., Aracajú, SE

 

Dra Olga Tessari responde: Ter pesadelos de vez em quando é normal e natural em qualquer fase da vida. Eles costumam refletir o nosso dia-a-dia, os nossos desejos e/ou conflitos não resolvidos. Se seu filho tem pesadelos quase todas as noites, é hora de avaliar melhor o que pode estar acontecendo. Você consegue saber qual é o assunto e se ele é recorrente (o mesmo pesadelo todas as vezes)? Se seu filho não está feliz, se está em conflito com alguém (pais, irmãos, parentes ou coleguinhas), se ocorreram mudanças significativas na rotina da vida dele (mudança de casa, de escola) ou se houve a perda de uma pessoa querida para ele, sugiro que você procure um psicólogo de sua confiança para ajudá-lo a superar esse momento de forma que não tenha mais pesadelos. Lembre-se de que crianças pequenas não têm ainda a compreensão e o discernimento para entender, saber e aceitar bem o que acontece a sua volta e seus pesadelos podem estar refletindo esta dificuldade.

 

 

 


Sem medo da felicidade

 

"O que se pode fazer por uma pessoa hipersensível, tímida, perseguida por um medo constante de quase tudo?" P. R. , Florianópolis, SC

 

Dra Olga Tessari responde: Tímidos são pessoas com baixa auto-estima, inseguras, com uma auto crítica severa e que costumam se preocupar demais com o que as outras pessoas pensam a seu respeito, tem medo de errar, mania de perfeição e,por que sempre planejam tudo nos mínimos detalhes, não sabem lidar com situações novas e/ou desconhecidas. O convívio social é prejudicado justamente porque não é possível ter o controle total da situação. O medo faz parte da vida e serve para nos proteger dos perigos e do sofrimento. Alguns medos são normais e até naturais, mas a partir do momento em que deixamos de viver nossa vida de forma plena e feliz ou a limitamos por causa dos medos, é hora de procurar ajuda profissional para superar este sofrimento e então expor suas idéias e opiniões sem receios, sem se preocupar com o comentário das pessoas a seu respeito. Elevar a auto estima, a segurança em si mesmo de forma que os supere.

 

 

 

EM BUSCA DA FELICIDADE

 

"Percebo que meu marido dá umas escapadelas, mente e não é mais carinhoso comigo. Já peguei até embalagem vazia de camisinha em sua mochila. Tenho 30 anos, um filho pequeno. Ele foi o único homem da minha vida. Não quero mais ficar casada, mas não sei o que fazer." S. Z., Mogi das Cruzes, SP

 

Dra Olga Tessari responde: Você está feliz no seu casamento? Parece que não. E se não está feliz, o que será que ainda a mantém presa a este casamento onde seu marido a trai, mente, nega os fatos, não é mais carinhoso, enfim, não se comporta de forma digna e respeitosa para com você? É possível reverter tudo isso, fazer o seu casamento voltar aos bons tempos de como era antes? Você é capaz de superar as mágoas, mentiras e traições? Que provas o seu marido dá a você mostrando que tudo isso ficou para trás e ele quer reconstruir o relacionamento? Até quando você vai ficar acumulando provas e mais provas de que ele a trai? Para quê? É impossível retomar esse casamento? E o que a impede de se separar? Medo de quê? Da solidão, do comentário das outras pessoas? Culpa? Mas culpa de quê? De colocar um ponto final em algo que já está acabado há tempos? Ou será o medo de não conseguir se manter sozinha, de ter que enfrentar a vida sem o apoio de uma figura masculina para “protegê-la”, medo de tomar esta atitude e arrepender-se depois? Se você não concorda em manter o relacionamento com alguém que a trai, se isto vai contra seus princípios, então que tal ir em busca da sua felicidade e de alguém que partilhe dos mesmos princípios que você? Até quando você vai agüentar engolir coisas por amor? Que amor é esse? Quando é que você vai passar a amar a si mesma em primeiro lugar? Valorizar-se?... Reflita sobre tudo isso.

 

 


Educando as crianças a dois

"Meu marido e eu nunca concordamos com a maneira de educar nossos filhos e discutimos muito a respeito. O que devemos fazer para chegar a um consenso?"  M.A.V.,Sorocaba,SP
  

Dra Olga Tessari responde: Essa é uma questão clara: divergências de opinião e de modos de educação entre o casal devem ser discutidas e resolvidas bem longe das crianças! E sabe por quê? Quando o pai não concorda com a mãe, por exemplo, e faz o que o filho quer, mesmo a contra gosto dela, ele está agindo para desautorizar a mãe. E, quando um dos pais perde a autoridade diante dos rebentos, eles crescem pensando que sempre vão conseguir o que querem. Basta tentar da maneira certa, o que não é uma verdade na vida, pois, na maioria das vezes, não é possível conquistarmos o que desejamos! Portanto, mesmo que o pai seja contra alguma atitude da mãe, ou ela seja contra alguma proibição da parte dele, ambos devem apoiar-se e concordarem entre si incondicionalmente diante dos pequenos. Assim, mais calmos, as discordâncias do casal devem ser discutidas sempre bem longe deles. 

 

 

 

Ela versus namorado

“Brigo muito com meu amado por que tem dias em que ele prefere ficar no bar com os amigos do que me ver.” M.T.X, São Paulo,SP

 

Dra Olga Tessari responde: As mulheres possuem o péssimo hábito de deixarem a sua vida de lado por causa de um homem: afastam-se das amigas, deixam de estudar, não saem, agem como se permanecessem à disposição de seus parceiros 24 horas por dia! E os homens? Ah, eles continuam com seus amigos e com seu dia-a-dia absolutamente igual e se negam a mover um palha para mudar! Viver em função exclusiva de alguém gera dependência mesmo. E pior ainda: essas mulheres passam a cobrar do amados que eles se comportem da mesma forma! Daí vem aquelas intermináveis queixas quando eles dão uma paradinha no bar, enquanto elas ficam sozinhas em casa à espera deles: “Ele não liga para mim”, “Ele prefere os amigos”. Que tal você também ter suas amigas, diversificar seus interesses, criar novas amizades, estudar, cuidar de si mesma em primeiro lugar? Certamente, nos dias em que vocês se encontrarem, estarão felizes e, ao invés de brigarem, poderão namorar e estreitar ainda mais o relacionamento!

 

 

SUDORESE

“A sudorese intensa tem alguma relação com o fator emocional?”

Dra Olga Tessari responde: Após uma avaliação médica que comprove a inexistência de um fator orgânico que possa gerar a sudorese intensa, podemos concluir que existe um fator emocional que provoca tal sintoma. A sudorese exagerada é um dos sintomas de uma ansiedade elevada, acima do nível normal: pessoas tímidas, inseguras ou que sofrem com seus medos costumam apresentar este problema. Ela surge diante de uma situação qualquer que gera insegurança ou desconforto: provas de escola, apresentações em público, paqueras, numa conversa séria com algum familiar, com colegas de trabalho ou mesmo com a pessoa amada, momentos em que é preciso expor-se a si mesmo e falar de seus sentimentos, pensamentos ou idéias. Como a pessoa fica insegura em relação ao que dizer porque fica em dúvida entre o que gostaria de falar e o que deveria falar porque teme ofender/magoar/desagradar a outra pessoa, sua ansiedade acaba elevando-se em níveis muito acima do normal. Em geral, a sudorese intensa é acompanhada de palpitações, tremores, falta de ar e o melhor caminho para diminuí-la é procurar relaxar, respirar fundo e aprender a lidar com os pensamentos negativos presentes neste momento.

 

DEPRESSÃO

“Sofro de depressão. Existem métodos mais naturais para combater esse mal?”

Dra Olga Tessari responde: Todos passamos por momentos de tristeza e de abatimento: é importante saber distinguir a tristeza (algo passageiro) da depressão (algo que se prolonga por meses ou anos, sem uma causa aparente). A depressão é uma doença que requer tratamento medicamentoso e psicológico ao mesmo tempo, pois dificilmente a pessoa consegue sair dela sozinha. Outros cuidados podem ser associados ao tratamento e que colaboram para a melhoria do quadro depressivo: caminhadas ao ar livre, o sol da manhã, alimentar-se de forma equilibrada, ter um sono reparador, buscar fontes de prazer, alegria e satisfação tais como esportes, exercer algum hobby, atividades religiosas ou culturais, companhias agradáveis e procurar sair da rotina, distrair-se. 

 

Como lidar com a separação? 

"Acabei de me separar depois de descobrir que fui traída. Estou triste e desiludida. O que posso fazer para recuperar minha auto-estima?"

Dra Olga Tessari responde: Quando uma pessoa se casa, ela tem o desejo de que o casamento dure "até que a morte os separe". A fidelidade e a confiança são pilares de um casamento e o fato de ser traída traz mesmo tristeza e desilusão, pois estes pilares foram destruídos. É comum a pessoa traída comparar-se com a pessoa pela qual foi "trocada" e sentir-se diminuída diante dela, o que leva a uma baixa auto-estima. Como recuperar a auto estima? Em primeiro lugar, valorizando a si mesma, fazendo coisas que lhe tragam prazer, alegria e satisfação, considerando que, se o casamento acabou, de nada vai adiantar ficar se lamentando e se inferiorizando. É uma nova fase na vida que deve ser bem aproveitada, afinal, estar solteira também tem muitas vantagens! Mude o cabelo, troque o guarda-roupa, viaje, vá ao cinema, faça novos amigos! Enfim, aproveite este momento de estar solitária para conhecer-se melhor e fazer apenas o que é bom para si mesma!

 

 


 


Dra Olga Inês Tessari

Autora do livro "Dirija a sua vida sem medo"
Escritora - Palestrante - Pesquisadora – Supervisora – Consultora


Psicóloga e Psicoterapeuta desde 1984 (CRP06/19571) atuando nas áreas de ansiedade, auto-estima, medos, timidez, pânico, stress, depressão, orientação de pais, problemas específicos da criança, do adolescente, da mulher, do homem, da terceira idade, do casal e da família, mediadora de conflitos dos problemas e dificuldades nos relacionamentos em geral (do casal, de pais com filhos, entre amigos, parentes, vizinhos, colegas de trabalho, etc.), trabalha também em equipe multidisciplinar com os distúrbios da alimentação (compulsão, obesidade, anorexia, bulimia).
Atendimento e aconselhamento de adolescentes, adultos, pais, casais, grupos e famílias.
Desenvolve e ministra palestras, cursos, palestras e projetos específicos para empresas e grupos em geral.
Consultora em temas de Psicologia para a mídia em geral
Visite o site: www.ajudaemocional.com
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